Yamaha lança TMAX 560 no início de maio

Fabricante exibiu nova geração do maxiscooter no EICMA do ano passado e agora lança oficialmente modelo, que ganha motor maior e design renovado

Por Gabriel Carvalho

A Yamaha já tem a data de lançamento oficial do TMAX 560, nova geração do maxiscooter da fabricante japonesa. O modelo, exibido pela primeira vez no Salão de Milão do ano passado, será lançado no dia 4 de maio.

Veja a Yamaha TMAX 530 que pode estar na sua garagem!

O TMAX 530, versão que a novidade substitui, havia recebido a última atualização em 2017. O que chama a atenção logo de cara é o aumento na cilindrada que passa dos 530 cm³ para 562 cm³.


Foto: Divulgação

Tanto a potência como o torque aumentaram: de 46,4 cv a 6.570 giros e 5,33 kgf.m a 5.250 giros no TMAX 530 para 47,5 cv a 7.500 rpm e 5,67 kgf.m a 5.250 rpm. O novo motor já obedece, claro, às normas Euro5 de emissão de poluentes.

O câmbio é automático, do tipo CVT, com transmissão final por correia. Além disso, o modelo passou por alterações no visual e possui iluminação full LED, acelerador eletrônico, controle de tração em dois níveis na versão Standard.


Foto: Divulgação

Na versão Tech Max, o maxiscooter oferece ainda ajuste eletrônico do parabrisa dianteiro, cruise control e aquecedores de manopla e de assento, além de painel TFT monocromático e possibilidade de conectividade por aplicativo. Sob o assento, é possível levar um capacete fechado com espaço para outros objetos ou dois capacetes abertos.

Ainda não há informações sobre a vinda do modelo para o Brasil. Na Europa, o TMAX 560 tem preço sugerido de € 12.499, aproximadamente R$ 71.460 em conversão direta, enquanto a versão Tech Max sai por € 14.399, cerca de R$ 82.320.


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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Comentários(6)

Cirax - postado em: 13/09/2020 - 20:01:22

Eu tb nao gosto de cambio cvt. parece q foi feito pra quem nunca andou com cambio manual. parece q vc nao tem a potência do motor na mão, tem um intervalo de tempo entre a aceleração e a resposta, além de ter manutenção mais cara e gastar mais combustivel que o cambio manual.

Cirax - postado em: 13/09/2020 - 19:57:36

Acho engraçado essas conversões diretas q os jornalistas automotivos fazem.. se a yamaha fosse trazer esse scooter para o Brasil, ele teria q ser fabricado na zona franca de manaus, não seria importado. O real está desvalorizado, inviabiliza importações. além dos incentivos fiscais que os produtos da zona franca de manaus possuem. Comparação de preços totalmente absurda.

Mr. T - postado em: 30/05/2020 - 08:35:45

Se for ver o espaço sob o banco, essa da Yamaha só cabe um capacete fechado (ou 2 abertos), é pequeno se comparado com outras, como a Maxsym400 ou a Downtown 300i.

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