VOGE SR4 Max: tecnologia para desafiar as referências das maxiscooters
O segmento das maxiscooters já tem nomes muito bem estabelecidos. Honda Forza 350, Yamaha XMAX 300, Suzuki Burgman 400 e BMW C 400 GT, a SR4 Max chega forte
Por Marcio Viana
Por Marcio Viana
Meu primeiro contato com a VOGE SR4 Max aconteceu de uma maneira interessante: a convite da VOGE, seguimos até Campinas para conhecer a nova concessionária da marca, a Luchini. Saímos em um grupo de 12 motos, com diferentes modelos da VOGE, e eu escolhi justamente a SR4 Max para fazer o percurso.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
Confesso que tenho uma relação especial com scooters. Gosto da praticidade, da facilidade de pilotagem e, principalmente, de descobrir até onde uma boa scooter consegue ir além do uso urbano. E sendo a SR4 Max uma 350 cm³, havia uma pergunta inevitável: como ela se comportaria de verdade na estrada?
A Rodovia dos Bandeirantes foi o lugar perfeito para descobrir.
O motor de 349,8 cm³, com 34 cv, mostrou disposição desde as primeiras acelerações. A entrega é rápida e progressiva, característica importante em uma scooter com transmissão CVT, principalmente nas retomadas.
Na Bandeirantes consegui explorar um pouco mais o conjunto e cheguei aos 150 km/h indicados no painel.
Mas foi justamente nessa velocidade que apareceu um detalhe interessante: a aerodinâmica.
A SR4 Max tem uma bolha dianteira grande e com regulagem elétrica. Resolvi fazer uma experiência. Levantei o para-brisa até a posição máxima e percebi um aumento do arrasto aerodinâmico, acompanhado de uma pequena redução na velocidade final. Depois baixei novamente a bolha e a diferença ficou perceptível, com menor resistência ao avanço.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
É um detalhe que mostra como a regulagem elétrica não serve apenas para conforto.
Para viajar, entretanto, não é necessário buscar o limite. A 120 km/h a SR4 Max trabalha muito bem. É uma velocidade de cruzeiro confortável, com motor disponível para retomadas e uma sensação de estabilidade que permite encarar viagens sem transformar o percurso em sofrimento.
E esse, para mim, é um dos pontos fortes da scooter: você consegue utilizá-la durante a semana em São Paulo e, no fim de semana, simplesmente pegar uma rodovia e viajar.
De volta à cidade, surgiu outra SR4 Max.
No trânsito e principalmente andando entre os carros, consegui perceber melhor a resposta do motor. Basta girar o acelerador para o torque aparecer rapidamente, característica que faz diferença quando precisamos sair de uma situação mais apertada ou fazer uma ultrapassagem.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
Apesar do porte de uma maxiscooter, a ciclística surpreendeu.
Passei por corredores e espaços estreitos onde imaginava que seu tamanho pudesse incomodar, mas a SR4 Max se mostrou equilibrada e previsível. Depois de alguns quilômetros, você começa a esquecer o tamanho da máquina e passa a conduzi-la com bastante naturalidade.
Para uma scooter dessa categoria, essa facilidade no trânsito é fundamental.
Quis sair do asfalto perfeito e procurar uma situação mais próxima da realidade de São Paulo.
Na região do Brooklin, aproveitei algumas ruas de paralelepípedo para sentir melhor o trabalho das
suspensões. Aumentei o ritmo propositalmente para perceber como o conjunto reagiria às irregularidades.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
E gostei do resultado!
A suspensão consegue filtrar bem as imperfeições e trabalha em conjunto com um banco muito confortável. O apoio lombar do piloto merece destaque: além do conforto, ajuda a manter o corpo bem posicionado e transmite uma sensação maior de controle da scooter.
Não é apenas um banco grande. A posição de pilotagem foi bem resolvida.
Você fica encaixado na SR4 Max, com braços e pernas em uma posição natural e uma boa sensação de domínio da máquina.
Esse é um ponto que às vezes fica esquecido nos testes de scooter.
Minha garupa também aprovou bastante a SR4 Max.
O espaço disponível, a posição das pernas e o próprio desenho do banco proporcionam uma acomodação muito boa. A impressão é de que piloto e passageiro conseguem permanecer várias horas sobre a scooter sem aquele cansaço típico de motos em que a garupa parece ter sido colocada apenas para cumprir tabela.
Para quem pretende viajar a dois, isso conta muitos pontos.
O conjunto que me agradou foi o de frenagem, ABS de 2 canais -

Fiz algumas frenagens mais fortes para sentir a atuação dos freios e do ABS. A resposta foi imediata, com boa potência e, principalmente, controle.
A scooter para rapidamente sem apresentar tendência de travamento ou arrastar as rodas, com o ABS entrando de maneira eficiente quando necessário.
Em uma scooter que permite viajar tranquilamente em velocidades rodoviárias, ter confiança nos freios é tão importante quanto ter um bom motor.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
Depois desse primeiro contato, minha impressão é que a VOGE não colocou a SR4 Max no mercado simplesmente para ser mais uma scooter de 350 cm³.
Ela tenta entrar em um segmento premium.
E faz isso combinando desempenho com uma lista de equipamentos bastante completa: painel TFT de 7 polegadas, para-brisa com regulagem elétrica, sistema keyless, monitoramento da pressão dos pneus, câmera frontal, punhos e banco aquecidos, iluminação Full LED e sistemas eletrônicos de assistência, incluindo detecção de ponto cego.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
Alguns desses equipamentos encontramos em concorrentes. Outros ainda são pouco comuns nesta faixa de cilindrada. Mas o que chama atenção na SR4 Max é encontrar tanta coisa reunida no mesmo pacote.
Honda Forza 350 e Yamaha XMAX construíram ao longo dos anos uma forte reputação no segmento. A VOGE chega por outro caminho: quer conquistar espaço oferecendo tecnologia, desempenho, conforto e equipamentos.
E depois de rodar tanto na estrada quanto no trânsito de São Paulo, posso dizer que a SR4 Max deixou uma impressão muito positiva.
Na Bandeirantes mostrou que consegue viajar. No corredor mostrou agilidade. No paralelepípedo mostrou o trabalho da suspensão. Com garupa confirmou o conforto. E quando precisei dos freios, o conjunto transmitiu segurança.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
alvez essa seja a melhor definição da SR4 Max: uma scooter que consegue ser confortável sem ser lenta, grande sem ser desajeitada e tecnológica sem esquecer aquilo que realmente interessa quando estamos sobre duas rodas — o prazer de acelerar.
Para quem procura uma maxiscooter premium para usar todos os dias e ainda quer liberdade para pegar a estrada no fim de semana, a nova VOGE SR4 Max merece entrar na lista das candidatas.
Camera acoplada na frente da scooter, muito interessante e de otima resolução, as principais caracteristicas, são:
Durante os dias com a scooter, descobri duas particularidades que vale a pena conhecer — principalmente para quem está tendo o primeiro contato com a SR4 Max.
A primeira é na hora de abastecer. Para abrir a tampa do tanque, a scooter precisa estar ligada. Com o sistema nessa condição, basta girar o comando duas vezes no sentido horário para liberar a tampa.

Foto Divulgação - Crédito Assessoria de imprensa VOGE - Max Mídia Comunicação
A segunda dica vale para os porta-objetos dianteiros: para conseguir abri-los, a scooter precisa estar desligada.
São detalhes simples, mas que podem fazer o novo proprietário perder alguns minutos tentando descobrir como funciona. Depois que você aprende, vira parte da rotina.
Mais informações - https://vogebrasil.com.br/
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